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Dicas de inglês 03 - Como escolher uma boa escola de inglês

Como escolher uma boa escola de inglês



A pergunta deveria ser: Existem boas escolas de inglês?
E a resposta: Existem alguns professores bons e poucas escolas boas.

Muitas pessoas escolhem uma escola de inglês influenciados pela mídia, pela que tem mais propaganda ou aquelas que você encontra com mais facilidade por ter várias espalhadas em sua cidade. Estas pessoas imaginam que estas sejam as melhores, pois se tem mais escolas, é porque são boas. E geralmente não é assim, se tem mais escolas é porque tem mais mídia e consequentemente mais franquias, um coisa eleva a outra.

A primeira coisa que você deve fazer para escolher uma escola é ir visitá-la, sem compromisso. Deverá conhecer o perfil das pessoas que serão seus professores, não importa se são estrangeiros ou brasileiros, há muitos brasileiros professores de inglês bons como há estrangeiros que vieram para o Brasil em busca de oportunidades e acabam dando aulas em cursos de inglês, mas sem preparação nenhuma para isso. Escolha professores que além de terem boa experiência em inglês tenham fundamentos didáticos pedagógicos. Morar em Londres, ser garçonete ou entregar cartões por meio ano, ao retornar ao Brasil não a qualifica para ser professor de inglês, portanto, cuidado quanto à experiência internacional que seu futuro professor lhe apresentar.

A segunda coisa a ser feita é participar de uma aula de um nível avançado que tenha na escola, se a escola não permite você participar de uma aula grátis para conferir se realmente vale a pena, desista desta escola, pois ela já estará entregando o jogo. Ao participar da aula, se você for iniciante no inglês, pode até achar que o pouco que os alunos falam durante a aula seja muito bom, cuidado para não se enganar. Se você participar de uma aula onde os alunos tenham 2 ou mais anos de curso e não são quase fluentes, desista dessa escola. Você perceberá isso caso o aluno tenha dificuldade em falar, fizer pausas para pensar ao falar ou o professor tiver que corrigi-lo muitas vezes. Também, após a aula, tente falar com um ou dois alunos em particular, assim você saberá o nível de satisfação dele.

A terceira coisa a ser analisada é o material. Veja se o material não é composto por aqueles livros que no início do capítulo tem um diálogo, uma explicação básica de uma regra, o resto do capítulo composto por exercícios de gramática e um cd com o som dos diálogos. Com esse tipo de material, que geralmente é composto por 8 livros, um para cada semestre para você atingir o nível intermediário, que levarão no mínimo 4 anos para você os completar, você passará mais de 4 anos estudando e não será fluente em inglês. Terá um conhecimento básico de gramática e no máximo conseguirá manter alguns diálogos simples numa conversa. Se o professor ligar um aparelho de cd durante a aula, peça licença e não volte mais naquela escola. Isto geralmente demonstra que o professor não tem domínio total do inglês ou está seguindo um script pronto devido ao material didático que compõe o curso.

A quarta coisa a ser analisada é a relação entre aprender gramática, fazer exercícios de gramática e conversação. Se 95% do tempo ou mais o professor não conversar em inglês, peça licença e vá procurar outra escola. Se pelo menos 80% do tempo da aula não for somente de conversação em inglês entre alunos ou alunos e professor, desista dessa escola. Se o professor der uma explicação de gramática e o resto da aula de tempo para resolver exercícios, desista. Pois geralmente as aulas de inglês são curtas, em média 2 horas por semana, e você ficará uma aula toda resolvendo exercícios de gramática? Se o seu curso é feito com uma aula de 2 horas por semana, terá em 15 dias aprendido uma regra de gramática apenas. As aulas precisam ser muito dinâmicas, com muita conversação, o tempo todo, sem pausas para baixar a cabeça e resolver exercícios em um livro e depois corrigir todos os exercícios. Isto se chama matar o tempo. Também leve em consideração o tamanho das turmas. Em turmas maiores do que 6 alunos o tempo que o professor se dedica a cada um é muito pouco. O ideal seria no máximo turmas de 4 alunos, mas o custo seria maior.

A quinta coisa a ser analisada é a relação do tempo que a escola exige que você faça exercícios e estude sozinho em casa pela quantidade de horas que estuda na escola. Se a escola passou por todas as analises descrita acima, verifique se a escola não lhe dá exercícios para fazer em casa que consomem mais tempo do que o tempo de aula. Pois em casa você estará sozinho, sem o professor, não saberá a pronúncia correta das palavras e provavelmente fará só exercícios de gramática que estão no livro de exercícios que compõe o material didático do curso.
Aí vem a pergunta: mas se só estudar no curso, que geralmente são duas horas por semana, não vou aprender ou levará muito tempo para aprender, então porque evitar estudar em casa? A questão não é não estudar em casa. A questão é que você está pagando um curso de inglês, perdendo tempo se deslocando até ele, e você só terá um aprendizado satisfatório se tiver que estudar sozinho em casa? E quando está no curso o professor segue o que está no livro e coloca o cd para ouvir, os mesmos que você tem em casa? Então desista do curso e estudo sozinho em casa, que seu aprendizado será muito maior e não terá quase custos.

A sexta coisa a ser analisada é a rotatividade de professores entre as aulas. Se o seu professor durante um semestre todo for sempre o mesmo, não é boa coisa. Você deverá ter professores diferentes para não acostumar com o sotaque de um só.

Escolas e professores


Às vezes, temos escolas ruins, geralmente as que têm muita mídia, e alguns de seus professores são bons. Mas mesmo o professor sendo bom, ele deve seguir o roteiro, usar o material didático distribuído pela escola. Dessa forma a aula fica ruim e pouco proveitosa.

Às vezes, temos escolas muito boas, porém dá a coincidência do seu professor ser ruim. Isso geralmente acontece muito pouco porque quando a escola realmente é boa, com métodos de aprendizado bons, ela faz uma seleção rigorosa dos professores e só contrata quem realmente se enquadra no perfil da escola. Mas se o seu professor não se dedica ao trabalho que está sendo pago para fazer, peça para ir para outra turma ou faça uma reclamação formal à escola.

Às vezes, a escola é composta por somente um professor, na verdade ele dá aulas particulares. Às vezes ele até possui um local específico para isso, o que se torna mais fácil de achá-lo, outras vezes ele dá aulas em sua própria moradia. Geralmente esses professores tem um material próprio, o qual elaborou e reuniu com suas próprias experiências. Também, geralmente, aulas com um professor desses são mais proveitosas e são praticamente 100% de conversação, onde você adquire a fluência em inglês em pouco tempo. A questão nesse caso é o alto custo. Aulas particulares não são baratas.

Escolas de inglês são comércio?


Será? Para responder isso, vamos analisar o material preferido da maioria das escolas de inglês do país e o tempo médio de duração dos mesmos.

Eu estudei inglês em 6 escolas diferentes, incluindo as mais famosas na mídia e tive uma amiga que teve uma franquia de uma dessas escolas por alguns anos, depois trocou para outra franquia.
Destas, apesar do material ter mais ou menos conteúdo, a capa ser diferente, no geral o material era igual e o método de ensino era o mesmo.
O material era composto por livros. Um livro para cada semestre, que na verdade são uns 4 meses de aula descontando as férias, e em média uns 8 livros para você ter aulas por 8 semestres, equivalentes a 4 anos. Após isso teria o inglês avançado, só de conversação por mais 2 semestres. Não me lembro de ter presenciado uma turma de alunos avançados na escola, talvez seus horários fossem diferentes.

Cada livro era composto por capítulos, geralmente com um diálogo inicial, uma explicação de uma regra gramatical, algumas palavras (até aqui o conteúdo ocupou uma página e meia do capítulo) e o resto do capítulo exercícios de gramática e mais exercícios. Geralmente para acompanhar o diálogo tem um cd, porém são diálogos muito curtos que nunca chegam a mais do que seis frases, com vocabulário reduzido, simples e que talvez você nunca vá usar na vida real ou será que você ao conhecer um estrangeiro perguntaria qual “a cor favorita dele” ou qual “sabor ele prefere”?

Alguns livros vêm acompanhados de um livro extra somente de exercícios, outros a metade final do livro é composto de exercícios de gramática, ambos os casos para serem feitos em casa ou somente como suplemento.

A cada dois ou três capítulos há uma prova que consiste em testar seu conhecimento das regras gramaticais e no final da prova um ditado de umas 15 ou 20 palavras que foram estudadas nos capítulos.

Em algumas aulas, o professor nunca conversou em inglês, somente tirava algumas dúvidas que os alunos tinham. Pois ele deve seguir o script pronto, ou seja, acompanhar o material didático, o que está no livro. No início da aula toca o cd para os alunos ouvirem o diálogo, após os alunos repetem o diálogo, às vezes cada aluno faz o papel de uma das pessoas que está falando no diálogo (por fim você nem fala todo ele, pois seu colega falou uma parte e você outra). O resto da aula é baixar a cabeça e fazer os exercícios. Quase no final da aula os exercícios são corrigidos, quando dá tempo, e a aula acabou. Em alguns casos, quando há, você deverá fazer os exercícios de gramática extras do livro de exercícios referentes ao capítulo estudado em casa.

Lembro que antes dos testes, todos os alunos folheavam o livro de gramática para revisar as aulas, pois todos já haviam esquecidos o que havia sido estudado apenas 2 ou 3 semanas anteriores. Isto acontece porque o método é falho.

Então, já tem a resposta da pergunta se “Escolas de inglês são comércio?”


Vejamos, por que o método de ensino da maioria destas escolas é exatamente como expus acima? Porque desta forma eles seguram um aluno por no mínimo quatro anos, ensinando algumas poucas palavras e enchendo sua cabeça com gramática, e ainda de uma forma pouco aproveitada. Somente no quinto ano de escola de inglês, se você não repetiu nenhum semestre ou eles te convenceram que você deveria repetir para “pegar melhor o conteúdo” eles começarão a te dar aulas somente de conversação. Ou seja, você só vai realmente aprender o que é mais importante no final de tudo e depois de muito tempo.

Por que não é ensinado somente conversação desde o princípio?


Porque se você no primeiro ano aprender a conversar em inglês, para quê ficaria mais quatro anos estudando alguns simples vocabulários e muita gramática que dificilmente vai usar?

Se você fizer esta pergunta em qualquer escola que utiliza estes métodos, eles dirão a você que a conversação é no final porque primeiro você precisa aprender a gramática para aí partir para o diálogo, senão como você vai aplicar corretamente as regras gramaticais no que vai falar?

Você aplica as regras gramaticais quando vai falar em português? Você conhece todas as regras gramaticais do português? Então porque temos que aprender todas as regras gramaticais no inglês, que nem mesmo os nativos ingleses sabem, para aí partir para o “nível avançado” e começar a falar para valer? A resposta é: sua mensalidade.

Se você aprender inglês em um ano, não volta mais para a escola e a escola perde quatro anos de sua mensalidade.

Então não devo estudar em uma escola de inglês?


Deve, porém não estude em escolas que possuem os métodos descritos acima e também faça as análises propostas lá no início.

Eu estudei em uma escola com um método muito bom, 90% conversação em inglês desde o princípio, nenhum exercício para fazer em casa, até mais de um professor no mesmo dia e os professores não falavam em português durante as aulas. O aproveitamento foi fantástico, aprendendo em três meses mais do que quatro anos em escolas com métodos tradicionais. Infelizmente não vou divulgar o nome dessa escola porque não estou fazendo propaganda de nenhuma escola e não quero comprar briga com as outras. Apenas cito isso para mostrar que existem escolas e métodos que realmente funcionam. Mas tudo tem seu preço, se você quer estudar em uma escola dessas, prepare o bolso. Faça um esforço que vale a pena.

Só aprenderei inglês se frequentar uma escola?


A resposta é não. Milhares de pessoas estudam por conta própria e se dão muito bem, mais do que se estivessem em escolas de inglês. O motivo disso é que quando uma pessoa se matricula na escola acha que a obrigação dela aprender é da escola, e se você não aprender culpará a escola. Quando você estuda por conta própria, não há desculpas e nem quem culpar, você se policiará e fará seus próprios objetivos de acordo com suas necessidades.

O que impede muitas pessoas de evoluírem ao estudarem inglês sozinhos é a falta de auto controle e planejamento.

Em minha opinião, qualquer pessoa tem condições de aprender inglês sozinho. Poderia adquirir um bom vocabulário, as regras básicas, se tornar fluente através de artigos, notícias, documentários e filmes. Isso tudo em menos de um ano.
Após isso, para praticar, não descarto a possibilidade de procurar uma escola para estudar, porém ir direto para o “nível avançado” onde geralmente é só conversação, ou procurar um professor de inglês experiente para treinar conversação com ele, mais do que três meses não seriam necessários.

Como ter fluência em inglês em apenas 12 meses


Estudando 250 palavras novas por semana, em apenas quatro meses você terá um vocabulário de quatro mil palavras que são mais do que suficientes para ter fluência na maioria dos assuntos.

Dedique mais seis meses praticando seu vocabulário pelo menos uma hora por dia e no final de um período de 10 meses terá fluência em compreensão oral e leitura sobre qualquer assunto.

Dedique mais dois meses de conversação com um bom professor e no final de 12 meses, você terá fluência completa desde conversação até compreensão de qualquer assunto, além de ter um vocabulário invejável.

Veja os segredos para aprender inglês e como ter fluência no inglês e saberá como ter um aproveitamento surpreendente para aprender inglês sozinho.

Não deixe de conferir o conteúdo da versão completa de Pytheas English, o qual possui mais de 8500 palavras em diversas categorias além de 400 artigos para você ler, ouvir e criar seus cenários virtuais para fortalecer a memorização das palavras estudadas. Todas as palavras e artigos possuem som para você praticar e aprender a pronúncia correta.

Dicas de Inglês 02 - Como ter fluência no inglês

Como ter fluência no inglês


O inglês básico de Charles K. Ogden


Charles K. Ogden foi um linguista, filósofo e escritor inglês.

Foi o inventor de Basic English, que é uma linguagem minimalista que possui apenas 850 palavras e algumas poucas regras gramaticais. Ogden provou, através de diversos trabalhos, que é possível se comunicar com estas poucas palavras e que as mesmas são suficientes para qualquer assunto do dia a dia.

Mesmo 850 palavras sendo suficientes para a comunicação do dia a dia, Ogden propôs que você deve estudar mais 150 palavras referentes ao seu campo de atuação ou trabalho, totalizando 1000 palavras. Essas 1000 palavras seriam suficientes para sua comunicação nos assuntos do dia a dia e no seu trabalho.

Por fim, para uma comunicação completa em qualquer situação, Ogden propôs que o estudante deveria aprender mais 200 palavras internacionais, mais palavras de comércio, economia e ciências. Completando por fim 2000 palavras, formando um vocabulário básico que seria suficiente para se comunicar em qualquer situação. Levando em conta que Ogden fez este estudo 80 anos atrás, acredito que deveríamos incluir nesta lista mais palavras, principalmente sobre comunicações, tecnologia e que são áreas que evoluíram muito nas últimas décadas.

Ogden também propôs uma gramática básica com métodos simples de aprendizagem.
As teorias de Ogden são muito utilizadas hoje em dia na Ásia para o ensino de inglês com excelentes resultados.

Quanto vocabulário preciso aprender para ter fluência em inglês?


A língua inglesa, segundo The Global Language Monitor, já atingiu 1 milhão de palavras. Dicionários como Oxford English Dictionary contém mais de 600 mil palavras em inglês.

Há estudos que mostram que um adulto americano conhece em média 5 mil palavras e a maioria, como igualmente no Brasil, não conhece as regras gramaticais ou conhece apenas algumas regras básicas.

Levando tudo o que foi exposto acima, sobre as 2 mil palavras do vocabulário minimalista de Ogden e a média de palavras que um falante de inglês nativo conhece, podemos concluir que se conhecermos 5 mil palavras em inglês seria mais do que o suficiente para nos comunicarmos e entendermos de qualquer assunto em inglês.

Somente aprender o vocabulário inglês é suficiente?


Sabemos que somente conhecer e saber o significado de uma palavra não é o suficiente, mas é o princípio de tudo. Imagine um tabuleiro de xadrez. Para jogar, primeiro você precisa saber o nome das peças que compõe o jogo, como a torre, o bispo, a rainha etc. No inglês, estas seriam as palavras que precisamos aprender.

No xadrez, para jogar corretamente não basta somente conhecer as peças, precisamos conhecer as regras para fazer o movimento correto de cada peça, que são muito básicas. Podemos aprender de duas formas, ler um manual de regras de como jogar ou ver pessoas jogando. As regras dos movimentos são tão simples e básicas que após você ver alguém jogar já terá aprendido.

No inglês é a mesma coisa, podemos estudar livros inteiros de gramática ou ler/ouvir assuntos em inglês e perceber naturalmente as regras gramaticais, que na verdade não as aprenderemos como regras, mas sim o modo correto de falar ou o padrão da fala, como no português, que quando falamos não pensamos se estamos aplicando a regra corretamente na frase que formamos, apenas falamos como aprendemos através do tempo e repetição das mesmas.

Quando lemos ou escutamos alguém falar, de uma forma errada ou invertida, as palavras de uma frase, imediatamente sabemos que não está correto, não porque analisamos as regras, mas sim porque está fora do padrão que temos memorizado em nosso cérebro. Podemos até fazer uma pausa e aplicar a regra, mas a percepção inicial não veio da aplicação da regra, veio do padrão memorizado ao longo do tempo de tanto ouvi-lo ou utiliza-lo.

Quais os passos para ter sucesso no aprendizado de inglês?


No estudo de inglês podemos aplicar a mesma sequência do aprendizado do jogo de xadrez.

Primeiro passo é aprender novas palavras e seu significado, podendo começar pelas palavras mais usadas do dia a dia, depois as palavras referentes a sua profissão ou que se enquadram em convívio social, depois complementar com palavras de diversas áreas ou grupos de palavras diferentes.
Para aprendermos estas palavras, podemos simplesmente decorar ou memorizar, pois o objetivo até esta altura é ter conhecimento das palavras e seu significado, e não como elas se encaixam ou quais regras devem ou não ser aplicadas às mesmas. Do mesmo modo que no xadrez, não podemos aprender as regras, apesar de serem simples, que devemos aplicar em cada peça para fazer o seu movimento se nem mesmo conhecemos as peças.

Segundo passo, a partir do ponto que o seu vocabulário está suficientemente bom para o seu perfil e suas necessidades, é hora de partir para o estudo de regras simples e, que na verdade, não seriam nem necessárias aprender caso sua necessidade em inglês não seja para ser um escritor, jornalista, profissões similares ou para exames de língua inglesa. As regras simples podem ser aprendidas automaticamente ao praticar seu inglês lendo, ouvindo ou assistindo documentários e filmes, da mesma maneira como expliquei acima que sabemos os padrões do português sem a necessidade de analisar as regras.

Terceiro passo, a prática. Consiste em ler, ler de novo e mais uma vez até o entendimento total do que leu. Ouvir, ouvir de novo e mais algumas vezes até o entendimento total do que ouviu. Para esta etapa podem ser utilizados artigos, documentários, filmes ou sites de lingua inglesa com assuntos referentes ao seu estudo. Essa é a etapa mais importante, pois é aqui que você irá memorizar os padrões da fala, pois as palavras propriamente ditas você já conhece e sabe seu significado.

Veja “Os segredos para aprender inglês” que aborda as técnicas e formas como memorizamos e acessamos as informações do nosso cérebro.

Como saber se tenho fluência em inglês?


Dizem alguns entendidos que quando você sonha no idioma que está estudando, é sinal que está aprendendo. Se os sonhos são formados a partir do que temos no nosso subconsciente, e no nosso subconsciente está o que memorizamos ou aprendemos, esta teoria é válida. Porém não é uma forma de medir nosso progresso no aprendizado, pois se você sonha que é um astronauta não quer dizer que já pode ser um, pois talvez não tenha nem os conhecimentos mínimos necessários para isso.

Em minha opinião, você saberá que possui fluência em inglês quando ler, ouvir ou falar sobre algum assunto de seu interesse sem precisar pensar, simplesmente ler, ouvir ou falar usando os padrões ou cenários já gravados em sua memória, assim como explicamos em “Os segredos para aprender inglês”.

Se você tiver que acessar as informações referentes ao significado de alguma palavra ou pensar na regra aplicada na construção da frase, significa que você não tem fluência.

Por isso é muito importante aprender como nosso cérebro memoriza e acessa o que aprendemos, com padrões prontos.

Ao se comunicar, se você tiver que criar novos padrões/cenários para expressar ou entender algo significa que você não domina o assunto e não tem fluência. Você poderá ter fluência em muitos assuntos, como coisas do cotidiano e sobre sua profissão, porém ao se comunicar com alguém de outra profissão não dominada por você não encontrará os padrões em sua memória, terá que criá-los, e estará praticamente no nível de aprendizado sobre esse novo assunto. Se continuar a se comunicar sobre este mesmo assunto por várias vezes, seu cérebro irá gravar os padrões em sua memória e quando você necessitar seu cérebro simplesmente utilizará os padrões memorizados e você será fluente neste assunto.

Portanto, afirmar que uma pessoa é fluente no inglês é muito relativo, pois ela pode ser fluente nos assuntos de seu interesse, porém não será fluente em assuntos que não são do seu convívio.

Como Pytheas English pode ajudar você aprender inglês?


Pytheas English possui mais de 8500 palavras em mais de 20 grupos diferentes. Incluindo um grupo com 3 mil palavras mais usadas onde o vocabulário minimalista de Ogden está incluso contendo algumas revisões baseadas nos avanços da sociedade atual e estudos de palavras mais utilizadas em inglês. Além disso possui um grupo com mais de 500 verbos entre regulares e irregulares, quase 200 adjetivos, mais de 100 falsos cognatos, grupos específicos para recursos humanos, finanças, economia, 3 mil palavras de inglês técnico além de grupos variados com palavras de agricultura, alimentos, bebidas, frutas, vegetais, 300 animais, casa, escritório, etc. Todas as palavras com som em inglês e tradução.

Pytheas English também possui 52 aulas de gramática, com explicações resumidas e muitos exemplos. Apesar de não ser um conteúdo completo para quem necessita de uma gramática avançada, tem mais conteúdo do que a gramática proposta por Ogden.

Pytheas English também possui 400 artigos em assuntos variados como desenvolvimento, economia, saúde, educação, tecnologia e agricultura. Todos com som em inglês para você, além de aprender a pronúncia correta, criar e memorizar seus cenários mentais e padrões.

Mesmo que sua necessidade seja de um inglês mais aprofundado na área de gramática, Pytheas English é o princípio de tudo, pois você irá adquirir vocabulário, fluência e as principais regras da língua inglesa. Desta forma, para você atingir o total de suas necessidades gramaticais será como colocar a cereja no bolo, pois você terá os ingredientes necessários, a receita do bolo e saberá como fazê-lo. A cereja será o complemento final, da mesma maneira que a gramática avançada será sua etapa final do aprendizado quando o resto todo já estará concluído.

Para finalizar, Pytheas English possui tudo o que você precisa para aprender inglês, ter fluência no inglês do dia a dia e fluência em muitas áreas diferentes.

Dicas de inglês 01 – Segredos para aprender inglês

Segredos para aprender inglês



As palavras que usamos para nos comunicar todos os dias são importantes em todos os aspectos de nossas vidas.  Sem palavras seria difícil expressar nossas ideias. Quanto mais palavras nós conhecemos (maior nosso vocabulário) mais facilmente podemos nos comunicar com outras pessoas. Você somente saberá falar ou entenderá uma palavra caso a conheça, não é?

Cenários virtuais


Não basta apenas ter um vocabulário extenso, é necessário que haja uma velocidade no acesso dessa informação em seu cérebro. Por exemplo, se eu disser para você "O céu é azul", a partir do momento que você ouvir ou ler esta frase ela será processada em seu cérebro e ele retornará, para o seu entendimento, o que significa em forma de imagens ou lembranças do que você já viu. Quando você leu "O céu é azul" seu cérebro procurou na sua memória as imagens ou lembranças referentes a "céu azul". Da mesma maneira lembramos de pessoas quando lemos ou ouvimos seu nome, por exemplo se eu disser "Michael Jackson" seu cérebro retornará instantaneamente a imagem do cantor, talvez com lembranças de alguma música ou clipe que marcaram você.

Isto mostra que criamos cenários virtuais no momento da fala de acordo com as palavras ou frases que são lidas ou ouvidas. Porém só conseguimos fazer isso se conhecemos as palavras que estão sendo lidas ou faladas, caso contrário o cenário fica incompleto, sem sentido ou nem mesmo é criado.

Vejamos esse exemplo: se eu disser "Na sala de aula há um dinossauro". Além de você imaginar uma sala de aula com alunos dentro dela (que nem foram mencionados na frase) você imagina um dinossauro, e ainda vêm mais informações na sua cabeça: você pensaria "isso é absurdo ou fantasia, pois os dinossauros estão extintos". Isso só acontece porque você sabe o que é um dinossauro e sabe que os dinossauros estão extintos. Neste cenário a compreensão é total, pois o cenário está completo, inclusive com informações extras.

Agora neste exemplo: se eu disser "Na sala de aula há um açor". A não ser que realmente você saiba o que é um açor, seu cérebro montou o cenário da sala de aula, porém ficou incompleto, pois não soube o que é um açor para colocá-lo dentro da sala de aula. Açor é um tipo de ave de rapina que voa rapidamente.

Com estes dois exemplos percebemos que para a compreensão, não só de palavras sozinhas, mas para a frase ter sentido, devemos ter um bom conhecimento de vocabulário, pois uma palavra pode fazer com que toda a frase não seja compreendida pois o cenário ficou incompleto.

E porque dinossauros, morcegos ou leões tem seu cenário criado tão rapidamente em nosso cérebro? Provavelmente porque você assistiu, até mais de um, filmes com estes animais. E quando lemos ou ouvimos as palavras que significam os nomes deles, além de criarmos o cenário com sua imagem criamos o ambiente onde eles vivem, do que se alimentam ou algumas outras características, como ligar morcegos com vampiros.

Como memorizar as palavras novas em inglês


Mas como memorizar palavras novas que não conhecíamos antes?
Os exemplos acima têm a resposta para isso: devemos utiliza-las, ouvindo-as, lendo-as ou falando-as criando cenários que fazem ligações com estas palavras.

Se eu tivesse dito para você somente que açor é uma ave, seria muito superficial, pois há muitas aves.
Se eu disser que é um tipo de ave de rapina, já melhora a ligação.
Agora se eu disser que é um tipo de ave de rapina que voa rapidamente, a ligação ficou muito mais forte.

Quando você ouvir falar em açor automaticamente o cenário de uma ave de rapina que voa muito rápido será criado em sua cabeça. Se eu disser para você que o açor é parecido com o falcão, a ligação passa a ser mais forte ainda. Se você ver uma imagem ou filme de um açor capturando um esquilo, após isso, quando você ler ou ouvir a palavra açor lembrará dessa imagem ou cenário.

Onde quero chegar com toda essa teoria?


Quero mostrar que você deve sim aprender e memorizar palavras novas em inglês, quanto mais, melhor.
Porém não basta apenas memoriza-las sem ter ligações fortes. Por isso, após aprender e memorizar estas palavras deverá utiliza-las em cenários, seja ouvindo histórias, artigos ou assistindo filmes.
Mesmo somente ouvindo um artigo que tenha essas palavras, você estará criando um cenário de acordo com o conteúdo do artigo, e como já memorizou anteriormente e sabe o que significam as palavras mais importantes das frases e que dão sentido às mesmas, não terá dificuldade em criar o cenário completo da situação descrita no artigo, e neste momento as ligações entre a palavra e o cenário que representa a mesma são fortificadas.
E quantas mais vezes utilizar estas palavras, mais fortemente as ligações são fortificadas. Quanto mais vezes criar cenários com estas palavras, mais forte ainda a ligação é feita.

Geralmente, mesmo em situações ou lugares diferentes, os cenários criados com as palavras não variam muito. Por exemplo, quantos cenários você tem em sua cabeça em relação aos elefantes? Talvez uns 3 ou 4, e sempre que ler ou assistir algo sobre elefantes, os cenários são sempre os mesmos.
Vejamos: um elefante no circo, indianos montados em elefantes, uma manada de elefantes (que vimos em filmes ou documentários) ou elefantes mortos por caçadores de elefantes que matam para somente cortar o marfim.
Nestes cenários, apenas vimos um elefante no circo, mas não necessariamente em um circo particular. O mesmo acontece com os indianos andando em elefantes, a região, ou quem é o indiano, não sabemos. O mesmo acontece com a manada ou os elefantes mortos pelos caçadores, apenas vemos os elefantes, não o local físico onde se encontravam.
Em outras situações, o local é que faz a ligação mais forte, mesmo que não saibamos exatamente a sua localização. Por exemplo: morcegos de ponta cabeça em uma caverna escura, peixes dentro da água (geral), baleia em oceanos (natural), cangurus na Austrália, camelos no deserto e assim por diante.

Assim compreendemos que a ligação é feita de várias coisas dentro de um mesmo cenário.
Se eu perguntar o que tem no deserto: provavelmente, além de areia você dirá camelos.  Então não importa se a palavra que você lê ou ouve é deserto ou camelos, o cenário será o mesmo. Da mesma maneira se eu falar em marfim, automaticamente virá em sua cabeça elefantes e caçadores que tiram marfim dos elefantes.

Como memorizar os cenários em inglês


Quanto mais repetidos ou vivenciados os cenários, mais forte as palavras que compões os cenários serão memorizadas.

Se você ler que houve um acidente de carro, essa informação logo será esquecida.
Se você tiver um parente ou conhecido envolvido em um acidente de carro, essa informação será memorizada mais ou menos de acordo com a gravidade do acidente, se não houve feridos, talvez até esqueça, mas se seu parente ou o amigo morreu, lembrará toda vez que o nome desta pessoa for dito.
Se o acidente for com você, nunca mais esquecerá. E se foi uma tragédia muito forte, como por exemplo, você ter atropelado e matado alguém, essa informação ficará tão forte gravada em seu cérebro que talvez lembre todos os dias para o resto de sua vida.
Por isso quando você faz um intercâmbio ou viaja para outro país para aprender outro idioma, seu aproveitamento é muito maior, pois está vivenciando todos os cenários que compõe a maioria das palavras que aprender.

Focar no que realmente é importante para aprender inglês


Dê mais atenção na memorização de palavras e crie mais cenários nas áreas maiores de seu interesse. Supomos que você trabalhe na recepção de um hotel, de nada adianta você aprender palavras sobre economia. O mesmo vale caso você seja um executivo de finanças e tem reuniões com estrangeiros, de pouco adiante aprender sobre inglês técnico.

Em ambos os casos acima de nada adianta aprender gramática, pois aprender gramática somente será útil se você for um professor, editor, jornalista ou sua profissão exija que você escreva constantemente em inglês. Caso contrário, o mais importante é a compreensão oral e de leitura.

Como aprender a falar fluentemente em inglês


Até aqui falamos muito como memorizar e compreender mais rapidamente o que foi dito ou lido. E como aprender falar, além de corretamente, com mais velocidade?

A resposta é: repetindo, repetindo e repetindo.

Da mesma maneira que você cria cenários quando houve ou lê alguma coisa, você cria ou acessa cenários prontos quando fala.

A velocidade ou fluência na fala está diretamente ligada aos cenários que você já tem pronto de acordo com o assunto que você quer falar.

Vejamos um exemplo: uma música. A primeira vez que você houve ela, dificilmente conseguirá repeti-la completamente do início ao fim. Quando você ouve várias vezes, conforme a música está tocando você vai cantando junto com ela. Nesse ponto você já começa canta-la sozinho, sem escutar ao mesmo tempo. Talvez se esqueça de alguma parte. Quando ouvir mais vezes e repetir mais vezes, cantará a música por completo sem errar. Nesse ponto, às vezes, você se pegará cantando a música baixinho, sem mesmo ter a intenção de cantar. Seu cérebro não precisará mais pensar como é a música, pois ele memorizou um cenário completo e é este cenário que ele acessa. Isso é muito explorado por compositores de modinhas, músicas com meia dúzia de palavras ou frases, fáceis de serem repetidas, e de tanto serem repetidas, não saem mais de sua cabeça.

Em português, para maioria das coisas que falamos já temos os cenários prontos e praticamente falamos sem pensar, simplesmente falamos, repetimos o cenário que já repetimos muitas vezes ou fazemos ligações com mais de um cenário.

Por isso é mais fácil perceber quando uma pessoa está mentindo, por exemplo: se você pega alguém no flagra fazendo alguma coisa de errado, esta pessoa ainda não tem a desculpa (cenário) pronta em sua cabeça para se explicar, ela terá que criar um cenário da situação, que provavelmente é novo para ela, e terá mais dificuldades de se expressar, podendo gaguejar ou fazer pausas entre uma palavra e outra, além de mudar de rumo no meio da frase ou ficar até muda sem saber o que falar.

Faça o teste, fale coisas do dia a dia e perceba que você fala quase que automaticamente sem pensar.

Agora tente falar de um assunto novo, caso você não entenda de carros, fale sobre a mecânica de um carro. Além de talvez você não conhecer as palavras certas, terá que pensar (criar o cenário) do que está falando. Porém você não conhece as palavras, não conhece as peças que compõe toda a mecânica do carro, como irá falar sobre uma peça do carro se nem mesmo conhece a palavra que dá nome a peça? Como irá criar um cenário? Aí que entra a famosa “rebimboca da parafuseta”.

Percebeu que mesmo em português não conseguiremos falar de assuntos os quais não conhecemos as palavras referentes ao assunto?

Aqui está a prova que o mais importante em se comunicar em qualquer idioma, é a quantidade de vocabulário que você tem. Quanto mais áreas ou grupos de palavras você dominar, mais assuntos poderá conversar ou compreender. Não importa o idioma.

Como ter fluência em inglês


E para ter fluência (velocidade) ao compreender o assunto ou falar sobre ele, deverá ter cenários prontos em sua cabeça. No exemplo da mecânica de um carro, um profissional de mecânica de carros falará quase sem pensar em todas as situações que envolvem a mecânica do carro, porque ele vive (cria cenários) todo dia, todo momento e conhece todas as palavras que fazem as ligações nestes cenários.

Assim, desta maneira, estude e dê mais importância aos grupos de palavras que mais se encaixam em seu perfil e suas necessidades.

Não precisa, ao conhecer uma palavra nova, já criar um cenário para ela. Será difícil e poderá até criar cenários incorretos, que não serão utilizados/acessados em sua memória nunca mais.

Se estiver estudando somente palavras, sozinhas, sem textos que auxiliam montar um cenário, concentre-se em somente saber a grafia correta da palavra, a pronúncia correta e seu significado.

Depois leia artigos, notícias, veja documentários ou filmes que possam conter essas palavras memorizadas. Nesta hora você montará o cenário correto que se encaixa com a palavra memorizada anteriormente. E como você já sabe o significado, a grafia correta e a pronúncia da palavra, terá menos dificuldades em entender o que está lendo ou ouvindo e poderá dedicar toda a energia em memorizar o cenário completo que se enquadra a palavra.

Para ser mais fácil e ter um aproveitamento maior, estude por grupos de palavras e depois leia, assista documentários ou filmes que tenham relação com o grupo de palavras. A chance das palavras que você estudou estarem no conteúdo que você acessar para praticar será muito maior.

Como falar corretamente em inglês


Para falar corretamente você precisa criar os cenários corretamente. Para isso, além de ouvir muitas vezes as palavras, deverá repeti-las muitas vezes. Se você não aprender pronunciar corretamente uma palavra, criará cenários errados em sua memória e quando precisar falar esta palavra, este cenário pronto será acessado e automaticamente você falará errado. Estes cenários gravados em sua memória são difíceis de serem alterados.

A prova disso é que no mesmo idioma existem muitos sotaques diferentes.
Vamos pegar como um exemplo um sujeito do interior, pois geralmente as pessoas do interior falam como pessoas do interior, me entendeu, não é? O interessante é que isso acontece em quase todos os países. Já se perguntou o porque dele falar assim, mesmo vendo televisão, ouvindo rádio, lendo jornais onde a fala e escrita não tem o sotaque ou as palavras erradas que ele fala?
A resposta é simples, quando ele aprendeu falar, no dia a dia com sua família ou amigos, todos falavam com sotaque ou errado, assim ele criou os cenários em seu cérebro desta maneira e agora, quando ele fala, automaticamente repete os cenários prontos. E mesmo vendo televisão, ouvindo rádio ou outras fontes falando sem sotaque, ele não muda o seu sotaque, pois é difícil alterar cenários já armazenados na memória.

Aqui está a importância de criar cenários corretos desde o início do aprendizado de um idioma. No inglês, por exemplo, de início, é muito comum as pessoas começarem aprender inglês apenas lendo livros ou com aulas de gramática (na escola) e pouco ouvem a pronúncia correta. Assim aprendem a falar como está escrito ou como imaginam que sejam. Mais tarde, ou falam errado ou tem muita dificuldade de corrigir estes cenários, pois cenários gravados em sua memória são difíceis de serem alterados.

Sendo assim, sempre que estudar palavras novas, tente desde o princípio aprender a pronúncia correta da palavra. Não basta simplesmente olhar/ler a palavra, ver o seu significado e passar para a próxima. Desta maneira esta palavra não será memorizada corretamente ou não será memorizada.

Leia a palavra, veja as letras que a compõe para saber a grafia correta, veja o seu significado, escute a pronúncia correta, repita-a várias vezes até não ser mais necessário ler ela ou ouvir a pronúncia para saber como se escreve. E como foi dito acima, depois disso, de aprender esta palavra ou um conjunto de palavras, pratique lendo artigos, notícias, vendo documentários ou filmes para criar e memorizar os cenários que envolvem estas palavras.

Aprender gramática inglesa é importante?


Se você não for um professor, editor, jornalista ou sua profissão exija que você escreva constantemente em inglês, primeiramente estude vocabulário, depois ouça/leia assuntos referentes às palavras que aprendeu, depois pratique falando-as.

Esqueça a gramática. Estude gramática somente se você se encaixa no perfil citado acima ou depois de ter um bom vocabulário, fluência na fala e compreensão oral. Caso contrário é perca de tempo e você poderá criar cenários com pronúncias erradas das palavras que ler quando estudar gramática, ou pior ainda, ficar anos estudando e o seu inglês não ir para frente e você ficar com a sensação que não aprendeu nada ou tem dificuldade em aprender inglês.

Muitos estudantes estudam mais gramática inglesa do que estudaram a própria gramática portuguesa, porém na hora de se comunicar ou ler alguma coisa em inglês, ficam perdidos devido ao vocabulário reduzido e poucos cenários memorizados.

Para se comunicar através da fala em qualquer idioma, não é necessário saber nenhuma regra de gramática, nem mesmo escrever é necessário. Se não fosse assim, os analfabetos, que não estudaram gramática, nem mesmo sabem ler ou escrever, não saberiam falar e nem entenderiam o que outras pessoas falam.

Não estou simplesmente dizendo que gramática não é importante. Não é importante de acordo com seu perfil ou suas necessidades. Mas se o seu objetivo inicial é aprender a falar, a ler e ouvir em inglês esqueça a gramática. E se você precisa aprender gramática, terá que fazer um esforço dobrado, pois somente gramática sem um bom vocabulário é o mesmo que comparar um vendedor de carros com um mecânico de carros. O vendedor saberá muitas coisas sobre carros, mas quando o assunto se aprofundar um pouco mais, somente o mecânico terá domínio do assunto.

Não deixe de conferir o conteúdo da versão completa de Pytheas English, o qual possui mais de 8500 palavras em diversas categorias além de 400 artigos para você ler, ouvir e criar seus cenários virtuais para fortalecer a memorização das palavras estudadas. Todas as palavras e artigos possuem som para você praticar e aprender a pronúncia correta.



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Pytheas English é uma ferramenta dinâmica com material de estudo que acelera o aprendizado de vocabulário, compreensão oral e de leitura de inglês utilizando métodos de memorização por repetição e imersão.

Contém mais de 8500 palavras em diversas categorias como:

3000 palavras mais comuns e mais utilizadas do inglês.
3000 palavras de inglês técnico.
800 palavras de economia, finanças, recursos humanos e profissões.
600 palavras de ferramentas, roupas, casa, escritório, partes do corpo, doenças, esportes e lugares.
500 verbos regulares e irregulares.
300 palavras de animais.
300 palavras de adjetivos e falsos cognatos.
250 palavras de alimentos, bebidas frutas e vegetais.
100 palavras utilizadas em viagens.
100 palavras mais utilizadas em conversação.
E também:
400 artigos em inglês para ler e ouvir.
52 aulas de gramática.


Principais características:

Utiliza métodos de memorização e imersão.
Todas as palavras têm som com a pronúncia correta das palavras..
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300 palavras mais comuns e mais utilizadas do inglês.
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E também:
10 artigos em inglês para ler e ouvir.
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